RIO MANHUAÇU (MG): O REFLEXO NA CIDADE

Timóteo Emerick Oliveira, Melanie Marian Graça, Lidiane Espindula

Resumo


No decorrer da história das cidades, pelo crescimento demográfico acelerado, possíveis falhas no planejamento e medidas de conscientização pública inexpressivas, observa-se, entre outras consequências, o aumento na poluição ambiental. O presente artigo aponta relatos de rios urbanos que passaram por um período de esquecimento, mas que havendo uma percepção coletiva de sua importância, a vida foi recuperada, juntamente com a flora e a fauna local, tornando-os protagonistas na paisagem urbana. Dispõe do Rio Manhuaçu, uma sub-bacia do Rio Doce, localizado no estado de Minas Gerais, para estudos e análises. Tem como objetivo verificar a contextualização do rio em relação à cidade, tanto em âmbito histórico quando no período atual. Por meio de estudos bibliográficos, estudos de casos, visitas in loco com levantamentos fotográficos e registros em mapas, verificou-se que a cidade vivencia um período no qual o flúmen não é visto como fator de importância para os habitantes, recebendo o despejo direto no esgoto de todo o município, além das edificações que invadem o leito do rio, consideradas em estado de risco, e a mata ciliar, resultando em poluição ambiental. Conclui-se que existem leis que visam a valorização do rio, mas por falta de um bom planejamento urbano, fiscalização e conhecimento dos moradores não são devidamente aplicadas.


Palavras-chave


Flúmen; Mata Ciliar; Planejamento Urbano; Poluição Ambiental; Rios Urbanos

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DOI: https://doi.org/10.21576/rpa.2019v17i1.712

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