HIPOVITAMINOSE D ASSOCIADA A DIABETES MELLITUS: REVISÃO DE LITERATURA

Maíra de Paula Barbosa

Resumo


Introdução: A deficiência de vitamina D e o diabetes mellitus são altamente prevalentes em todas as raças, idades, regiões geográficas e situação socioeconômica e são enfermidades comuns na população. Vários estudos longitudinais e transversais atuais têm sugerido novas funções fisiológicas da vitamina D e sua carência podem estar relacionadas com mecanismos envolvidos na fisiopatologia de doenças crônicas, como o diabetes mellitus tipo 1 e 2, atribuindo uma associação inversa entre o status dessa vitamina e a prevalência de hiperglicemia. Metodologia: Para realização deste estudo foram consultadas plataformas como BIREME (Biblioteca Virtual em Saúde), SciELO (ScientificElectronic Library Online) e PubMed (National Library of Medicine e do NationalInstitutesof Health) explorando artigos publicados entre 2007 e 2018. Resultados e discussão: Pesquisas em animais e em humanos sugerem que a vitamina D pode ser um potencial modificador dessas doenças, atuando na patogênese do processo inflamatório, no controle e na prevenção dos dois tipos de diabetes mellitus. A identificação de receptores da 1,25(OH)2D e da expressão da 1 α-hidroxilase nas células beta do pâncreas, em células do sistema imunológico, tecido ósseo, rins, paratireoides, entre outros, suporta o papel da vitamina D na patogênese do diabetes tipo 1 e 2. Objetivo: O presente artigo destina-se a fazer uma revisão atualizada sobre a influência da hipovitaminose D sobre o controle glicêmico. Conclusão: É notório que outros estudos ainda são necessários para corroborar as evidencias de que a deficiência de vitamina D leva à
intolerância à glicose e predispõe-se a DM2, enquanto a restauração dos níveis de 25(OH)D pode reduzir o risco de DM1.


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