ELEMENTOS FÚNGICOS ISOLADOS DE MACAS DO AMBULATÓRIO DE FISIOTERAPIA DA CLÍNICA-ESCOLA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIABEU

Suelen Anacleto Coelho, José Tadeu Madeira de Oliveira, Mauro Fontes Perestrelo, Edgar Santos Coelho Júnior, Antonio Neres Norberg

Resumo


O objetivo deste trabalho foi pesquisar e identificar elementos fúngicos em macas do ambulatório de fisioterapia. Com suabes embebidos em solução salina estéril, friccionou-se em movimento zigue-zague a superfície de 60 macas para procedimentos no Ambulatório-Escola da Faculdade de Fisioterapia do Centro Universitário UNIABEU. O material foi semeado em placas de Petri contendo os meios de cultura Sabouraud-dextrose-ágar e Mycosel. As placas foram vedadas com fita adesiva e mantidas em temperatura ambiente (±30oC). As colônias de fungos filamentosos em microculturas foram identificadas por caracteres culturais e morfológicos, e os leveduriformes pela coloração de Gram e provas bioquímicas. Foram isolados os seguintes fungos: Penicillium spp. 15 (25%), Aspergillus fumigatus 4 (6,7%), Aspergillus niger 4 (6,7%), Trichophyton rubrum 3 (5%), Rhodotorula spp. 3 (5%), Fusarium spp. 2 (3,3%), Cladosporium spp. 2 (3,3%), Epidermphyton floccosum 1 (1,7%). Observou-se um número relativamente elevado de fungos patogênicos como contaminantes das macas examinadas, que podem ser considerados como possíveis fontes de contaminação caso não haja higienização eficiente e no intervalo de atendimento entre os usuários. O monitoramento deve ser realizado principalmente nos ambulatórios destinados aos pacientes imunocomprometidos, que são mais susceptíveis a desenvolverem infecções por patógenos do ambiente ou oriundos dos próprios profissionais de saúde.

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