A OBRA “1984”, DE GEORGE ORWELL, COMPARADA AOS DIREITOS CONSTITUCIONAIS FUNDAMENTAIS DA ATUALIDADE – MITO E REALIDADE

Ronaldo Garcia Marques, Jesana Gomes Soares, Walysther Caio Lopes de Oliveira, Andréia Almeida Mendes, Fernanda Franklin Seixas Arakaki

Resumo


O Direito apresenta grande similaridade com as obras literárias que espelham a organização social, mesmo que, em alguns casos, essas sejam obras de ficção. Com “1984”, de George Orwell, não é diferente; a obra cria uma sociedade caracterizada pela opressão, em que o ser humano é quase um objeto, um ser completamente subjugado por um Estado totalitário, nesta obra, a Oceania. Dentro desse contexto, os direitos fundamentais sofrem severas violações, podendo-se interpretar strictu sensu, como se não existissem. Este artigo pretende apresentar os direitos fundamentais previstos na nossa Carta Magna de 1988, notadamente no seu artigo 5°, comparando-os àqueles demonstrados na obra de Orwell. Podemos avaliar que, se a obra em análise apresenta um panorama que nos parece aterrorizante em relação aos direitos alcançados pela humanidade atualmente, o cenário real, dentro de um contexto mundial, não é muito mais animador.

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