EFICÁCIA DOS MÉTODOS ALTERNATIVOS NA MEDICINA

Lucas Prata de Oliveira, Arthur Mendes Porto Passos, Daniel Rust Elias, Mylena Ventury Conterini, Samiry Pereira de Sousa, Andreia Almeida Mendes

Resumo


Pretende-se neste artigo abordar aspectos teóricos que norteiam a Medicina Alternativa, de modo a analisar a real eficácia dos procedimentos utilizados em tal área da saúde. Diante dessa perspectiva e, simultaneamente, tendo conhecimento acerca da origem histórica desses métodos, nota-se a disseminação de práticas alternativas em nível global e, principalmente, nacional. Exemplo disso é a adesão desses serviços no Sistema Único de Saúde, permitindo que diversas classes sociais utilizem tais mecanismos. Nesse sentido, embora sejam notáveis os benefícios advindos da Medicina Alternativa, algumas práticas ainda não possuem comprovação científica a respeito de sua real eficácia ou dos possíveis malefícios que podem ser acarretados. É possível perceber, nesse contexto, que a utilização dessas práticas é mais rentável em relação à Medicina Alopática, a qual faz uso de agentes farmacológicos e de intervenções físicas em prol do tratamento de doenças e do suprimento de sintomas ou processos fisiopatológicos. Entende-se, desse modo, a necessidade de maiores investimentos em pesquisas científicas que visem, principalmente, ao conhecimento dos efeitos desses métodos no organismo do indivíduo.


Texto completo:

PDF

Referências


ANDRADE, S.F.; CARDOSO, L.G.; BASTOS, J.K. Anti-inflammatory and antinociceptive activities of extract, fractions and populnoic acid from bark wood of Austroplenckia populnea. Journal of Ethnopharmacoly, v.109, n. 3, p. 464-471, 2007. Disponível em: Acesso em: 19.ago.2017.

CAPPELLETI NAGAI, Silvana; SOUZA QUEIROZ, Marcos de. Medicina complementar e alternativa na rede básica de serviços de saúde: uma aproximação qualitativa. Ciência & Saúde Coletiva, v. 16,

n. 3, 2011. Disponível em Acesso em: 22.ago.2017.

CARVALHO DE SOUSA, Islândia Maria; STIEBLER VIEIRA, Ana Luiza. Serviços públicos de saúde e medicina alternativa. Ciência & Saúde Coletiva, v. 10, n. Sup, 2005. Disponível em

Acesso em: 22.ago.2017.

FIRMO, Wellyson da Cunha Araújo et al. Contexto histórico, uso popular e concepção científica sobre plantas medicinais. Cadernos de Pesquisa, 2012. Disponível em: Acesso em: 20.ago.2017.

FRANÇA, Inácia Sátiro Xavier de et al. Medicina popular: benefícios e malefícios das plantas medicinais. Revista brasileira de enfermagem, v. 61, n. 2, 2008. Disponível em:

Acesso em: 22.ago.2017.

JUNIOR, Valdir F. Veiga; PINTO, Angelo C.; MACIEL, Maria Aparecida M. Plantas medicinais: cura segura. Química nova, v. 28, n. 3, p. 519-528, 2005. Disponível em:

Acesso em: 22.ago.2017.

KUREBAYASHI, Leonice Fumiko Sato et al. Enfermidades tratadas e tratáveis pela acupuntura segundo percepção de enfermeiras. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 43, n. 4, p. 930- 936, 2009. Disponível em: Acesso em: 21.ago.2017.

PADOVAN OTANI, Márcia Aparecida; FILICE DE BARROS, Nelson. A Medicina Integrativa e a construção de um novo modelo na saúde. Ciência & saúde coletiva, v. 16, n. 3, 2011. Disponível em: Acesso em: 19.ago.2017.

PALMEIRA, Guido. A acupuntura no ocidente. Cadernos de saúde pública, v. 6, n. 2, p. 117-128, 1990. Disponível em: Acesso em: 21.ago.2017.

PANTANO, Marianna. Bases Científicas da Acupuntura. 2011. Disponível em:

. Acesso em: 19.ago.2017.

REZENDE, Helena Aparecida de et al. A utilização de fitoterapia no cotidiano de uma população rural. Revista da escola de enfermagem da USP, 2002. Disponível em:

Acesso em: 22.ago.2017.

RIZZI CINTRA, Maria Elisa; FIGUEIREDO, Regina. Acupuntura e promoção de saúde: possibilidades no serviço público de saúde. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 14, n. 32, 2010. Disponível em Acesso em: 22.ago.2017.

RIZZO SCOGNAMILLO SZABÓ, Márcia Valéria; BECHARA, Gervásio Henrique. Acupuntura: bases científicas e aplicações. Ciência rural, v. 31, n. 6, 2001. Disponível em:

Acesso em: 19.ago.2017.

SANTOS, Francisco Assis da Silva et al. Acupuntura no Sistema Único de Saúde e a inserção de profissionais não-médicos. Rev Bras Fisioter, v. 13, n. 4, p. 330-4, 2009. Disponível em:

Acesso em: 22.ago.2017.

SOUZA CAIRES, Juliana et al. A utilização das terapias complementares nos cuidados paliativos: benefícios e finalidades. Cogitare Enfermagem, v. 19, n. 3, 2014. Disponível em: http://www.redalyc.org/html/4836/483647662012/> Acesso em: 22.ago.2017.

TITONELLI ALVIM, Neide Aparecida et al. O uso de plantas medicinais como recurso terapêutico: das influências da formação profissional às implicações éticas e legais de sua aplicabilidade como extensão da prática de cuidar realizada pela enfermeira. Revista Latino-americana de enfermagem,

v. 14, n. 3, 2006. Disponível em: Acesso em: 20.ago.2017.

YUNES, Rosendo A.; PEDROSA, Rozangela Curi; CECHINEL FILHO, Valdir. Fármacos e fitoterápicos: a necessidade do desenvolvimento da indústria de fitoterápicos e fitofármacos no Brasil. Química nova, v. 24, n. 1, p. 147-152, 2001. Disponível em

Acesso em: 22.ago.2017.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.