A GESTÃO DE RISCOS COMO FERRAMENTA PARA A CONTABILIDADE GERENCIAL

Viviane Silva Ribeiro

Resumo


Este estudo objetivou propor o uso da gestão de riscos como ferramenta para a contabilidade gerencial, buscando preservar a organização de futuros riscos que possibilitem interferir no alcance dos objetivos organizacionais. Com base na metodologia do COSO e do IBGC, foi elaborado um modelo de Matriz de Riscos que aplicado à contabilidade gerencial, tem com objetivo de permitir uma melhor gestão dos processos contábeis e acompanhamento dos itens que podem causar perdas financeiras a organização. O resultado encontrado foi uma proposta de Matriz de Riscos, que permite analisar e administrar, de uma nova forma, os controles internos da Contabilidade Gerencial, contribuindo para a mitigação dos riscos inerentes aos processos e aumentando o alcance de resultados para a organização.

Texto completo:

PDF

Referências


ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 5ª Ed, São Paulo: Atlas, 2001.

BRASILIANO, A.C.R. Método Avançado de Análise Risco - Resposta aos Riscos Corporativos. Brasiliano & Associados. São Paulo. 2009. disponível em http://www.brasiliano.com.br/. Acesso em 15 jul. 2011.

COIMBRA , F.C. - Gestão estratégica de riscos: Instrumento de criação de valor. VII SEMEAD. Disponível em Ano 2009. Acessado em 30 de jul. 2011.

COSO Commitee of Sponsoring Organization of the Treadway Commission Gerenciamento de Riscos Corporativos: Estrutura Integrada/ Sumário Executivo - Estrutura; tradução de PricewaterhouseCoopers LLP, Federação Latino-americana de Auditores Internos (FLAI) e Instituto dos Auditores Internos do Brasil (AUDIBRA) – São Paulo: PricewaterhouseCoopers, 2007.

___________ Gerenciamento de Riscos Corporativos: Estrutura Integrada/ Técnicas de Aplicação; tradução de PricewaterhouseCoopers LLP, Federação Latino-americana de Auditores Internos (FLAI) e Instituto dos Auditores Internos do Brasil (AUDIBRA) – São Paulo: PricewaterhouseCoopers, 2007.

COSO Commitee of Sponsoring Organization of the Treadway Commission Controle Interno: Estrutura Integrada/ Sumário Executivo - Estrutura; tradução de PricewaterhouseCoopers LLP, Federação Latino-americana de Auditores Internos (FLAI) e Instituto dos Auditores Internos do Brasil (AUDIBRA) – São Paulo: PricewaterhouseCoopers, 2013.

DÁVILA, A.; FOSTER, G. Management control systems in early-stage startup companies. Accounting Review, v. 82, n. 4, p. 907-937, 2007.

GARRISON, R. H.; Norren, E. W., Contabilidade Gerencial, 9. ed. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos editora S.A. 2001.

IBGC. Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Guia de Orientação para o Gerenciamento de Riscos Corporativos; coordenação Eduarda La Roque. São Paulo, SP: IBGC, 2007. Disponível em: . Acesso em 25 mar. 2011.

IUDÍCIBUS, S. 1935, Contabilidade gerencial, 6. ed., São Paulo: Atlas 2010.

MARION, J.C. Ribeiro, O. M. 1949, Introdução à contabilidade gerencial. 2. Ed. – São Paulo: Saraiva, 2014.

OLIVEIRA, L.M.; PEREZ JR., J.H.; SILVA, C.A.S.. Controladoria estratégica. São Paulo: Atlas, 2002.

PADOVEZE, C. L. BERTOLUCCI, R.G.. Proposta de um modelo para o gerenciamento do risco corporativo. XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção – Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005.

PADOVEZE, C. L.. Controladoria estratégica e operacional: conceitos, estrutura, aplicação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

TEIXEIRA, Sistema de Información Científica. Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal. v. 8, n.3 Vitória-ES, Jul. - Set. 2011. p. 108 – 127 - ISSN 1807-734X Aridelmo José Campanharo Teixeira. Rosimeire Pimentel Gonzaga. Angélica de Vasconcelos Silva Moreira Santos. Valcemiro Nossa.

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Roteiro de Aplicação da Metodologia de Análise de Risco para escolha de Temas de Fiscalização. Brasília. 2003.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.