LEISHIMANIOSE CUTÂNEA E SEUS NOVOS LEVANTAMENTOS SOBRE PERFIS EPIDEMIOLÓGICOS DOS RESERVATÓRIOS E TRATAMENTOS TÓPICOS: RELATO DE CASO

Geruza Vicente Salazar, Luciane de Andrade Rocha, Vinícius Schammass Penatti, Mariana Machado Mendes Magalhães, Nathália Gonzaga Nascimento, Matheus Terra de Martin Galito, Maíra de Paula Barbosa, Vinícius Pedro Almeida Valentim

Resumo


A leishmaniose tegumentar ou cutânea, é uma doença não contagiosa de caráter infeccioso, e o Brasil está entre os cinco países com maior número de casos. Novos padrões epidemiológicos vêm surgindo. O pressuposto que cão é o reservatório e causa para propagação da doença não tem se sustentando, sendo observado baixa transmissibilidade em algumas áreas, mesmo havendo cães infectados.  De acordo com novas pesquisas, a participação de roedores silvestres somados a infecção de roedores sinantrópicos, são os principais fatores de ampliação da transmissão no peridomicílio. Alinha de tratamento utilizada até hoje é sistêmico, como o antimonial pentavalente, seguidos de outros fármacos como anfotericina B lipossomal e isetionato de pentamidina. Doses altas das medicações sistêmicas são responsáveis por diversos efeitos tóxicos, casos de resistências e co-infecção. Sendo assim, estudos recentes, vem trazendo opções de tratamentos tópicos. Este relato de caso apresenta um paciente com leishmaniose tegumentar em tratamento por via sistêmica.

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Referências


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