ENVELHECIMENTO DA FORÇA DE TRABALHO E A (IN)EXISTÊNCIA DE PRÁTICAS DE GESTÃO DA IDADE NA CIDADE DE MANHUAÇU – MINAS GERAIS

Mauro Lúcio Corrêa da Silva Junior, Rita de Cássia Martins de Oliveira Ventura

Resumo


Este estudo tem como objetivo analisar a existência de práticas de gestão da idade, com base na percepção de um grupo de trabalhadores da cidade de Manhuaçu, composto por 12 trabalhadores, sendo 9 homens e 3 mulheres com idade média de 58 anos e de setores e organizações distintos. Buscou-se detectar a percepção destes acerca das práticas gerenciais voltadas para sua valorização e manutenção na organização. Utilizou-se neste estudo de uma pesquisa de campo descritiva e para a coleta de dados utilizou-se de um questionário o qual propiciou análises quantitativas. Por meio destas ferramentas, pode-se constatar, de forma geral, que as organizações em que estes trabalhadores atuam, não adotam práticas de gestão da idade, que dentre as pesquisadas, apenas a prática de mentoring é utilizada como ferramenta de gestão da idade. Sendo assim, pode-se considerar que as organizações pesquisadas ainda não adotam práticas que visem a gestão da idade como fator estratégico. Sugestiona-se que pesquisas futuras sobre o tema, avaliem seu impacto na previdência social e que outras variáveis como sexo, escolaridade e porte organizacional, sejam analisadas.

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